Glossário

O vocabulário que usamos.

Em 1 parágrafo, direto ao ponto, com links para quem quer aprofundar. Os termos vivos no nosso trabalho de CRM com Salesforce, dados e IA aplicada.

Agentforce

Pilar 01 · Salesforce

Plataforma de agentes de IA da Salesforce, sucessora do Einstein. Cria agentes que consomem Data Cloud como fonte de contexto e agem sobre Sales, Service e demais clouds. Não é chatbot — é camada de execução.

Quando um agente é a resposta

Data Cloud

Pilar 01 · Salesforce

Camada de contexto operacional do Salesforce. Materializa perfis em tempo real, alimenta Agentforce, Marketing e Sales. Não é só CDP — é fundação. Tratá-lo como "apenas CDP" deixa valor na mesa.

Data Cloud não é mais CDP

Sales Cloud

Pilar 01 · Salesforce

O core de vendas do Salesforce. Pipeline, oportunidades, contas, contatos, automação de processo comercial. Foi o produto original da plataforma; hoje funciona melhor quando integrado a Data Cloud e Agentforce.

5 antipadrões de implementação

Service Cloud

Pilar 01 · Salesforce

O produto de atendimento do Salesforce. Casos, omnichannel, SLA, base de conhecimento. Bem implantado, vira a linguagem comum entre operação, qualidade e produto.

SLA não é decoração

CDP (Customer Data Platform)

Pilar 01 · Salesforce

Plataforma para unificar identidade de cliente, segmentar e ativar em canais de marketing. Categoria de produto que Data Cloud transcende — ainda útil como conceito, mas insuficiente como definição da camada de dados.

Customer 360 vs CDP

Customer 360

Pilar 01 · Salesforce

Tanto o modelo de dados harmonizado do Data Cloud (objetos canônicos como pedidos, casos, contatos) quanto a tese estratégica do Salesforce — toda interação acontece sobre o mesmo perfil unificado.

Customer 360 vs CDP

Mapeamento de processo

Pilar 01 · Salesforce

Etapa obrigatória antes de qualquer configuração no Salesforce. Documenta passos, exceções, regras e SLAs em formato legível por humano não-iniciado e por LLM. Pular essa etapa é a maior fonte de retrabalho em projetos CRM.

Como mapear processos antes do Salesforce

dbt (data build tool)

Pilar 02 · Data

Ferramenta de transformação de dados que virou padrão de fato em modelagem analítica. Usa SQL + Jinja + testes + documentação como código. O pulo do gato não é o modelo — é a documentação versionada.

dbt na prática

ELT vs ETL

Pilar 02 · Data

ETL extrai, transforma e depois carrega — gargalo em servidores intermediários. ELT carrega bruto no warehouse e transforma lá dentro — usa o motor que já existe. A inversão é estrutural, não estética.

ELT vs ETL

Modern data stack

Pilar 02 · Data

Conjunto típico hoje: ingestão (Fivetran/Airbyte) → warehouse (Snowflake/BigQuery/Databricks) → transformação (dbt) → BI (Tableau/Looker). Não é prescrição — é vocabulário comum entre engenheiros de dados em 2026.

dbt na prática

Data warehouse vs Data lake

Pilar 02 · Data

Warehouse: dado estruturado, consultas SQL, foco em analítica. Lake: dado bruto em formato variado, foco em armazenamento barato. Lakehouse tenta os dois — funciona quando o problema justifica, atrapalha quando é resposta padrão.

dbt na prática

Data contracts

Pilar 02 · Data

Acordo formal entre produtor e consumidor de um dado: schema, garantias de qualidade, política de mudança. Reduz o "quebrou a pipeline porque alguém renomeou coluna" — o problema mais comum em equipes de dados.

Data contracts

Modelagem dimensional

Pilar 02 · Data

Abordagem de modelagem (Kimball) com tabelas de fatos e dimensões. Continua valendo em 2026 — não como única arquitetura, mas como padrão para a camada analítica de consumo.

dbt na prática

Self-service BI

Pilar 02 · Data

Cultura em que pessoas de negócio criam suas próprias análises a partir de modelos confiáveis. Falha quando o modelo é ruim — cada departamento cria seu "rascunho final" e a empresa perde fonte única.

Tableau como linguagem executiva

Tableau

Pilar 02 · Data

Plataforma de visualização e BI (Salesforce). Excelente em exploração visual rápida sobre dados bem modelados. Não substitui modelagem nem decisão de negócio — visualiza, não pensa.

Tableau como linguagem executiva

RAG (Retrieval-Augmented Generation)

Pilar 03 · IA

Padrão em que um LLM recupera trechos relevantes de uma base externa antes de gerar resposta. Reduz alucinação e permite usar conhecimento atualizado. A dificuldade está no "recuperar bem", não no gerar.

RAG na prática

LLM (Large Language Model)

Pilar 03 · IA

Modelo de linguagem treinado em vastos corpora textuais (GPT, Claude, Gemini). Útil como camada de raciocínio em pipelines de IA, perigoso como única fonte de verdade. Trate como humano júnior muito bem informado.

LLM como agente interno

Embedding

Pilar 03 · IA

Representação numérica (vetor) de um texto, imagem ou outro dado. Permite calcular similaridade semântica. Base de busca vetorial e RAG. A qualidade do embedding determina a qualidade da recuperação.

RAG na prática

Vector database

Pilar 03 · IA

Banco otimizado para busca por similaridade vetorial (Pinecone, Weaviate, pgvector). Componente típico de RAG. A escolha entre eles depende de escala, latência e ferramental existente — não de hype.

Vector databases comparados

Fine-tuning

Pilar 03 · IA

Treinar mais um LLM já pronto com dados específicos do seu domínio. Caro, demorado, raramente o primeiro movimento. RAG e prompt engineering costumam entregar 80% do valor com 10% do custo.

Fine-tuning vs RAG vs prompt

Prompt engineering

Pilar 03 · IA

Disciplina de escrever instruções para LLMs que produzam saídas confiáveis. Versionado, testado e medido — não improviso. Quase sempre o primeiro experimento antes de RAG ou fine-tuning.

Fine-tuning vs RAG vs prompt

Avaliação de agentes

Pilar 03 · IA

Processo de medir desempenho de um agente em casos reais e edge cases. Inclui taxa de acerto, tipos de erro, taxa de escalonamento, custo por interação. Sem avaliação rigorosa, agente em produção vira passivo silencioso.

Avaliação de agentes

Hallucination

Pilar 03 · IA

Resposta de LLM que soa plausível mas é factualmente errada. RAG e prompt engineering reduzem; nunca eliminam. Por isso governança e human-in-the-loop são parte do design, não overhead.

Quando um agente é a resposta

Governança de IA

Pilar 03 · IA

Conjunto de práticas para operar IA com responsabilidade: logs de toda interação, auditoria de decisões, kill switch, política de retenção, processo de incidente. Não é overhead — é o que separa projeto que sobrevive a uma diretoria nova.

Quando um agente é a resposta

Sprint de IA

Pilar 03 · IA

Modelo de engajamento Kliente 360 para projetos de IA — quatro semanas de Mapear, Prototipar, Validar e Decidir. Entrada de baixo compromisso para validar tese antes de projeto longo.

Pilar 03 · IA Aplicada

Trilha 360

Metodologia Kliente 360

Método de entrega da Kliente 360. Cinco verbos aplicados aos três pilares: Mapear, Prototipar, Validar, Implantar, Sustentar. Híbrido entre consultoria estratégica, projeto de tecnologia e deploy rápido de IA.

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